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SOJA E CARNES FIGURAM LIDERANÇA EM EXPORTAÇÕES NO PRIMEIRO SEMESTRE

No primeiro semestre de 2016 as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 45 bilhões, o que representou crescimento de 4% em relação ao primeiro semestre em 2015. As importações, por sua vez, alcançaram US$ 6,09 bilhões, ou seja, 13,7% inferiores ao mesmo período do ano anterior.

Como resultado do crescimento das exportações e queda das importações, o saldo da balança comercial do agronegócio foi positivo, em US$ 38,91 bilhões.

O complexo soja continua liderando as exportações da temporada com US$ 17,23 bilhões, seguido de carnes (US$ 6,98 bilhões). Os setores que mais contribuíram para o crescimento de US$ 1,74 bilhão observado no período foram: complexo soja (+US$ 1,26 bilhão); cereais, farinhas e preparações (+US$ 836,6 milhões); complexo sucroalcooleiro (+US$ 606,1 milhões) e fibras e produtos têxteis (+US$ 130,9 milhões).

Em relação ao valor exportado, destacaram-se os setores: complexo soja (US$ 17,23 bilhões); carnes (US$ 6,98 bilhões); produtos florestais (US$ 5,02 bilhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 4,46 bilhões) e cereais, farinhas e preparações (US$ 2,4 bilhões).

Em torno de 81% do total exportado pelo complexo soja foi representado pelo grão (US$ 13,9 bilhões), que registrou crescimento de 11,1% em relação ao primeiro semestre de 2015. A quantidade exportada do produto alcançou o montante recorde semestral de 38,57 milhões de toneladas, isto é, 19,6% superior ao mesmo período no ano anterior. Esse aumento da quantidade embarcada foi o responsável pelo incremento do valor, visto que o preço médio do produto sofreu perda de 7,1%.

As exportações de farelo, por outro lado, foram 4% inferiores em valor, apesar do quantum ter alcançando o recorde semestral de 8,45 milhões de toneladas (+15,1%). Tal resultado deriva da queda expressiva no preço médio do produto (de US$ 406 para US$ 338 por tonelada ou -16,6%). O mesmo comportamento do farelo pode ser observado no óleo, com queda em valor (-2,8%) e ampliação da quantidade embarcada (+2%), além da redução no preço (-4,7%).

O crescimento do setor de carnes em 0,6% no semestre se deu em função da ampliação da quantidade embarcada de seus produtos, principalmente carne bovina in natura (+US$ 129 milhões) e carne suína in natura (+US$ 74,99 milhões).

Contudo, a carne de frango foi o principal produto do setor, com US$ 3,34 bilhões. A quantidade embarcada de carne de frango in natura registrou o montante recorde de 2,06 milhões de toneladas no semestre (+14,7%), porém, em função da queda de 13,1% no preço médio de exportação, houve queda de 0,3% nas exportações do produto.

As vendas de carne de peru passaram de US$ 153,42 milhões para US$ 140,99 milhões, ou seja, redução de 8,1%.

Cabe ressaltar, ainda, o recorde semestral para o quantum exportado de carne suína in natura (346,99 mil toneladas).

China

A China se manteve como principal país de destino das exportações do agronegócio brasileiro, alcançando a cifra de US$ 13,56 bilhões. O crescimento das vendas de soja em grãos (+US$ 1,03 bilhão), carne bovina in natura (+US$ 345,19 milhões), celulose (US$ 191 milhões) e carne de frango in natura (+US$ 150,18 milhões) contribuiu para a ampliação das exportações brasileiras para a China em 15,5% no período.

O share da China alcançou, em consequência, 30,1% das vendas externas brasileiras do setor.


Publicado em 28/09/2016

 
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